quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pega-pega



        A brincadeira Pega-pega pode ser desenvolvida em qualquer lugar e existem diferentes formas de brincar, mas todos resumem em uma regra básica: um corre, o outro tenta pegar.    Essa brincadeira desenvolve a rapidez e a agilidade.







        Quantos jogadores: Pelo menos três jogadores 

        Onde se brinca: Este é um jogo para se brincar ao ar livre. Os melhores lugares para se jogar são quadras, galpões e ruas sem movimento. 

        Regras:
        Uma criança será o pegador ou caçador, e as outras, os fugitivos. Os participantes combinam as regras no início, decidindo o que servirá de proteção contra o pegador (chamada de pique, que pode ser um local, uma posição ou uma ação), o que será considerado ser pego e qual é o castigo para quem for pego 

        Diferentes formas de brincar: 

         Estátua ou pega-gelo: quem for pego deve ficar imóvel, só podendo voltar a se mexer se outro jogador tocar nele (essa regra não é obrigatória e deve ser definida antes do jogo começar). A brincadeira acaba quando o caçador conseguir pegar todos. 

         Agarra-agarra: o pegador deve agarrar os fugitivos. Quem for agarrado passa a ser ajudante do pegador. 

         Re-la-re-la: é considerado pego o fugitivo que for simplesmente tocado pelo caçador. 

         Pique-altinho ou Trepa-trepa: os fugitivos que subirem em alguma coisa (um banco, uma pedra etc.) estão protegidos do pegador. 

         Ajoelha-ajoelha, abaixa-abaixa ou abaixa-levanta: o pegador não pode atacar quem estiver ajoelhado ou agachado. Assim que o jogador levantar, porém, perde a proteção e tem que ser rápido na fuga. 

         Pique-corrente: quem for pego dá as mãos para o pegador e sai à caça com ele. A cada criança pega, o grupo caçador cresce formando uma corrente. 

        Pac-man: Desenha-se no chão um conjunto de caminhos em labirinto, como no saudoso jogo de videogame da década de 80. Os jogadores só podem andar dentro das retas. Um ou dois fazem o papel de caçador. Cada participante que for pego deve sentar no chão, tornando-se um obstáculo para os perseguidos. Apenas os caçadores podem pular as crianças sentadas. 


Fonte: http://crianças.hsw.uol.com.br/pega-pega.htm

Passa Anel



        A Brincadeira Passa Anel exige o controle da expressão facial, destreza com as mãos e a capacidade de observação.
        Este jogo tem como objetivo dissimular a passagem de um anel para outro participante, como também zelar amizades com toques de mãos.
        Como jogar:
        As crianças ficam lado a lado, sentadas ou em pé, com as mãos unidas e apontadas para frente. Um participante destacado se habilita para passar o anel. No lugar do anel poderá ser outro objeto como uma pedrinha, uma moeda, outros. O passador deverá escolher alguém que será o adivinhador. Em seguida o passador inicia o jogo pressionando o anel entre as palmas das mãos e começa a passar suas mãos entre as mãos dos jogadores, por ordem. 
        O adivinhador deverá observar para descobrir com quem ficou o anel. O passador, ao passar suas mãos com o anel, dirá para cada participante o seguinte verso: "Tome este anel e não diga nada a ninguém." Ele deverá largar o anel discretamente em uma das mãos de alguém e este também deverá disfarçar. Quando o passador de anel terminar a rodada ele deverá perguntar: "Com quem está o anel?"
        Se o adivinhador acertar será o próximo passador, caso contrário terá que pagar uma prenda. 
        Esta brincadeira é muito divertida e a principal graça é ver alguém pagando prenda e poder dar umas boas gargalhadas.



Fonte: escola.educaçãofísicaa.net/2010/10/brincadeira-de-criança-passa-o-anel.html

Adivinhas


        

        São sugeridos enigmas, verdadeiros desafios à inteligência infantil, nas quais existem relações alfabéticas, simbólicas, comparativas, descritivas, opostas, etc. na tentativa de chegar à resposta correta. Vejamos exemplos de algumas das mais conhecidas advinhas ou adivinhações correntes:

-Tem escama e não é peixe, tem coroa e não é rainha? - Abacaxi.
-Baixinho, gordinho, tem duas asas e não voa? - Açucareiro.
-Tem barba e não é bode, tem dente e não morde? - Alho.
-Se tem olho não tem cabeça, se tem cabeça não tem olho? - Agulha e alfinete.
-Qual é a cidade que tem mais caju? - Aracaju.
-Quanto mais tira mais cresce? - Buraco.
-Põe na mesa, corta, mas não se come? - Baralho.
-Tem quatro pés mas não caminha? - Cadeira.
-Pau que nasce em pé e corre deitado? - Canoa.
-Tem olho e não vê, tem pé e não anda? - Cana.
-Tem carne para dentro e osso para fora? - Caranguejo.
-Tem casa de um lado só? - Camisa.
-Mais baixo de que uma galinha e mais alto de que um homem? - Chapéu.
-Tem boca e não come, tem bico e não belisca, tem asa e não voa? - Chaleira.
-Nasce em pé e corre deitado? - Chuva.
-Um morre queimado e outro morre cantando? - Cigarro e cigarra.
-Branco por dentro, branco por fora e tem uma lagoinha d’água? - Coco.
-Tem quatro pernas, dois rabos e voa? - Dois passarinhos.
-Corre, corre mas não sai do lugar? - Estrada.
-Sai de dentro de casa, bate a cabeça na parede e morre queimado? - Fósforo.
-No mato é verde, em casa é preto? - Fumo.
-Jeni cai no chão e faz papo? - Jenipapo.
-Nasce grande e morre pequeno? - Lápis.
-Tem barriga d’água e a cabeça de fogo? - Lampião ou candeeiro.
-Tem pico como jaca, é verde como o limo e tem rabo como o rato? - Maxixe.
-Uma casinha verde com uma porção de negros dentro? - Melancia.
-O que é que tem dente mas não morde e tem cabelo mas não penteia? - Milho.
-Limpa, limpa, abre as pernas e bota o nariz dentro? - Óculos.
-Uma casinha sem janela. Dona clara mora nela? - Ovo.
-Irmão de meu tio, que não é meu tio? - Meu pai.
-Verde como o limo e fala como gente? - Papagaio.
-Qual é o animal que não fecha os olhos? - Peixe.
-De noite está de pé e de dia está deitado? - Pé.
-Qual é o país que se come e a capital que se chupa? - Peru, capital Lima.
-Verde, encarnada (vermelha), a mãe é mansa e a filha é danada? - Pimenta.
-Dá um pulo e se veste de noiva? - Pipoca.
-Em casa tá batendo e no mato tá parado? - Um pilão.
-Qual é o bicho que come com o rabo? - Todos, nenhum tira o rabo para comer.
-Cru não existe e cozido não se come? - Sabão.
-Nasci na água, na água me criei e na água morrerei? - Sal.
-Qual é o estado que quer ser jipe? - Sergipe.
-Na igreja está por dentro e no boi está por fora? - Sino.
-Está no céu, está no jogo e mora no quartel? - Soldado.
-Quando uma mija todas mijam? - Telha.
-Qual é a diferença entre um gato e um tijolo? - Jogue os dois na parede, o que miar é gato.
-O que é que nasce branco e morre preto? - Urubu.
-O que é que varre e varre e bota no canto? - Vassoura.
-Queima pela cabeça e chora pelo pescoço? - Vela.
-Tem a boca na barriga e os dentes na cabeça? - Violão.
-Qual é a letra do alfabeto que não é cega? - O “v”.






Fonte: http://segundosprofes.blogspot.com.br/2010/09/brincadeiras-de-antigamente-no-tempo.html

Passa passará

        



        Primeiro temos que escolher dois participantes que serão a ponte dando as mãos um para o outro, sem que o restante da turma saiba eles decidem quem será pêra ou maçã. Os demais fazem uma fila que passará por debaixo da ponte.
        A dupla que é a ponte canta:

Passarás, passarás
Mas algum há de ficar
se não for o da frente
tem que ser o de trás
         


        Nesta hora (quando fala “ de trás”) a dupla prende nos braços quem está passando e perguntam baixinho sem que os outros ouçam:
        _ Você quer pêra ou maçã?
        O Participante escolhe e vai para trás de quem representa a fruta que ele escolheu.
        No final ganha o participante que tiver mais gente atrás , ou seja a fruta mais escolhida.

Esconde-esconde


      



          "Esconde-esconde, cabra-cega, cadê, cadê? Esconde-esconde, bicho-papão, vai dar uma confusão". A canção do compositor Chico Buarque para a peça "Saltimbancos" lembra uma das brincadeiras infantis mais populares de todos os tempos, o esconde-esconde, que consiste em procurar quem está escondido. Enquanto um jogador incumbido de procurar os demais “bate cara”, os outros precisam ser criativos e encontrar um esconderijo. Pode ser atrás da porta, dentro do armário do quarto, embaixo da cama ou em qualquer outro lugar onde não seja fácil encontrá-los. Terminada a contagem, o pegador procura quem está escondido. E quem está escondido deve correr para o pique - o local onde o pegador fez a contagem - para se salvar.

Nomes: Esconde-esconde e pique-esconde, no Brasil, e escondidas, em Portugal.

Jogadores: 3 ou mais.

Onde brincar: em um espaço amplo que tenha possíveis “esconderijos”.

Regras:
        Um jogador é escolhido para “bater cara” (fazer a contagem do tempo). Ele deve fechar os olhos e, rosto virado para uma parede ou um poste (o “pique”), começar a contar o tempo (determinado antes do início do jogo).         Enquanto ele conta, os outros devem se esconder. Assim que termina, ele sai à procura dos amigos. Quando encontra um jogador, grita seu nome e corre para o pique, onde deve bater três vezes, gritando: "Fulano, 1, 2, 3". Para se salvar, o jogador encontrado deve ser rápido o suficiente para chegar ao pique primeiro. Se não conseguir, está fora da jogada.
         Os escondidos não precisam esperar serem encontrados para tentar se salvar. Se perceberem que o pegador está afastado, podem arriscar sair do esconderijo e correr para o pique, grintando também "Fulano, 1, 2, 3". 
        A brincadeira pode durar minutos ou horas, dependendo de quão bons são os esconderijos e de quantas crianças estão participando. O último a ser pego faz o papel de pegador na próxima rodada.

Ovo choco



     Essa brincadeira é bem divertida e muitas criança adoram, pode ser feita com várias idades.
     Primeiramente, se deve fazer uma roda, deixando uma criança do lado de fora. Essa segura em suas mãos uma bolinha, uma pedra ou qualquer objeto de tamanho médio que caiba nas mãos.
    A escolhida, começa a se deslocar ao redor da roda, caminhando ou correndo, enquanto os demais batem palmas e canta a música: 
     "Não olha pra trás, a raposa vem atrás, não olha pra frente, a raposa vem na frente."
     Depois de algumas voltas, a criança deixa o objeto atrás de outra que está sentada no chão, de preferência, a criança escolhida não pode perceber que o objeto foi largado atrás dela.
    Na hora que a criança perceber que o "ovo choco" foi largado, ela pega o mesmo e sai correndo atrás de quem deixou, já essa precisa se sentar no lugar que vagou. Se ela for pega, os outros gritam " ovo choco ta fedendo", já se a criança não percebeu que está com o objeto atrás dela ou saiu correndo sem ele, os demais gritam novamente "ovo choco ta fedendo"

Jogo das cinco Marias



      Essa brincadeira é bem antiga, do tempo dos avós, é só perguntar para alguém mais velho o que são as cinco marias, que ele com certeza saberá a resposta.
     Para jogar esse jogo são necessária cinco peças, podem ser saquinhos com areia dentro ou até sementes de frutas, como por exemplo, caroço de pêssego. 

     Passos do jogo:

     1º ) Jogue as cinco marias no chão, escolha uma delas para jogar, de preferencia, uma que está perto de alguma outra, pois na hora de pegar as outras não se pode encostar nas demais. Logo após, a escolhida é jogada para cima e, com a mesma mão, escolhemos uma das outras marias. Se repete esse movimento até pegar todas.

     2º ) Jogue novamente as cinco marias no chão e escolha uma. Essa etapa é igual a primeira, só que ao invés de pegar uma de cada vez, se pega duas marias de vez.

     3º ) Nessa etapa, se joga as cinco marias no chão e se escolhe uma. Primeiro se joga ela para cima e se pega uma maria, depois jogue-a novamente para cima e pegue o restante das marias no chão, no caso as outras três. Sempre usando a mesma mão.

     4º ) Essa é a etapa mais fácil, se joga uma das marias para o alto e o restante se joga no chão, pegando rapidamente a maria que foi jogada.

     5º ) Aqui são jogadas as cinco marias no chão e escolhida uma, então se dobra os dedos em formato de "casinha", para empurrar as marias para dentro. Depois se pede para o outro participante escolher  uma das marias, essa vai ser a ultima que o participante vai colocar para dentro. Agora se joga uma maria para cima e durante isso, se tenta empurrar as outras para dentro da casinha, lembrando, que essa "casinha", feita com os dedos do jogar, não pode se mover.

     Ganha quem completar todas as etapas do jogo.

domingo, 14 de abril de 2013

Pula corda


      


        Pula corda: é uma outra brincadeira bastante antiga, onde duas pessoas batem a corda e outra pula. Durante a execução da brincadeira os batedores vão cantando “um dia um homem bateu na minha porta e disse assim: senhora, senhora, põe a mão no chão; senhora, senhora, pule de um pé só; senhora, senhora, dê uma rodadinha e vá pro meio da rua”. Ao final, o pulador deve sair da corda sem errar. 
      Quando existem só dois jogadores, a corda pode ser amarrada numa árvore. Também existem várias outras canções que são cantadas enquanto o pulador pula, inclusive usa-se as horas, onde o pulador pula as horas em sequência e sai da corda.

Bolinha de Gude

         Outra brincadeira antiga, que se brincava muito no meu tempo de criança era a bolica, mas muitas vezes as meninas eram excluídas desta brincadeira pelos meninos, pois era um jogo considerado apenas do sexo masculino.




        Berlinde (em Olivença, bolíndri), português europeu ou bola-de-gude, bolinha-de-gude, peca, ou simplesmente gude português brasileiro também conhecido como búlica, bolita, entre outros tantos nomes, é uma pequena bola de vidro maciço, pedra, ou metal, normalmente escura, manchada ou intensamente colorida, de tamanho variável, usada em jogos de criança. Outros nomes são: baleba, bilosca, biloca, bila, birosca, bolita, bugalho, búraca, búrica, bute, cabiçulinha, clica, firo, guelas, nica, peteca, pirosca, ximbra, boleba e bolega. 

         As modalidades são tão variadas quanto os nomes que a bolinha de gude recebe, variando de cidade para cidade, de rua para rua, de acordo com a criatividade das crianças. Entretanto, uma das brincadeiras mais popularizadas (o jogo de bolinhas praticado nas histórias da Turma da Mônica) consiste em um círculo desenhado no chão, onde os jogadores devem, com um impulso do polegar, jogar a bolinha. Os jogadores seguintes devem acertar a bolinha, e se conseguirem retirá-la do círculo, elas se tornam suas. Vence aquele que ficar com as bolinhas de seus companheiros. 


Principais Modalidades: 
          Três covinhas - Esta variante consiste em fazer um percurso de ida e volta no qual o jogador tem que colocar a sua bolinha dentro de cada cova, podendo também acertar nas bolinhas dos adversários, afastando-os das covas por forma a dificultar as suas jogadas. O vencedor ganha o número de bolinhas pré-estabelecido antes do jogo. Algumas regiões as covinhas são cinco, sendo quatro na reta e uma na lateral formando um "L". 
      
        Três covinhas (versão 2) - Numa linha recta imaginária, fazem-se 3 covas na terra, de aproximadamente um palmo (de criança), que distem entre si um passo grande ou salto (de criança). O jogo começa com os jogadores em pé, a lançarem as bolicas, um de cada vez, de uma cova para a mais distante. Aquele que ficar mais perto do búlico, ou aquele que conseguir acertar dentro do búlico em primeiro lugar, começa. O objectivo é fazer um percurso de ida e volta e terminar no bulico do meio (entrar em seis bulicos). Para fazer o percurso o jogador pode acertar numa bolica de um adversário e vai directamente para o bulico seguinte, ou tentar acertar na directamente no próximo bulico, se conseguir, tanto num caso como no outro tem o direito a jogar outra vez. Se um jogador tiver a sua bolica dentro de uma cova ninguém lhe pode acertar. A partir do momento em que o jogador chegar ào sexto bulico(chamada mata), se acertar na bolica de um adversário este perde. Um jogador que tenha atingido a quarta cova (o meio pilas), pode acertar num berlinde de um jogador que já tenha conseguido chegar à sexta cova (o mata) sem perder. Sempre que um jogador que tenha atingido "o mata" acertar noutro berlinde (excepto se este estiver dentro de uma cova), "mata" esse jogador e continua o jogo até só haver um só jogador. Percurso e nomes das covas - Primeira, segunda, terceira, "meio-pilas" (quarta cova), "pilas" (quinta cova) e "mata" (sexta cova). 

        Jogo do Mata - Consiste no uso de apenas o berlinde principal (berlinde grande). Com um número de jogadores ilimitado, o objectivo é em espaço aberto tentar acertar a vez com o nosso berlinde num qualquer outro berlinde adversário. Se houver sucesso recebe um ou mais berlindes do adversário (conforme acordado) e o jogo procede com nova jogada. Em caso de insucesso passa a vez ao próximo jogador. O jogo só termina por vontade dos jogadores. 

        Círculo - É riscado um círculo no chão, onde os jogadores colocam um número pré-determinado de bolinhas, distribuído a vontade de cada jogador. Sorteado quem inicia, com sua bolinha a uma distância também pré-determinada tenta tirar do círculo a maior quantidade de bolas que passa a ser suas. Se errar é passada a vez. Se a bolinha atiradora ficar no círculo além da vez o jogador tem de deixá-la. Usa então outra bola, na sua vez. 

        Estrela - Uma variante do círculo é a estrela onde é colocada uma bolinha em cada cruzamento da estrela. Os riscos são feitos na terra ou usado giz. 
        
        Triângulo - Uma outra versão consiste num triângulo desenhado no chão. É pré-determinado a quantidade de berlindes colocados por cada jogador dentro do triângulo e um por vez tentam retirá-las com o seu, possuindo-as. Também vale acertar as dos adversários para ganhar vantagem ou atrapalhá-los. Ganha-se a vez podendo continuar sua jogada cada vez que o seu berlinde toca em outro, do triângulo ou mesmo dos adversários. Contudo, numa versão mais competitiva, o jogador que acertar o adversário, não só o exclui do jogo, como também, passa a possuir as berlindes que por ventura tenham sido retiradas pelo outro do triângulo. Assim, o vencedor será aquele que evitará ser acertado pelos outros e que ficará com todas as berlindes colocadas por cada jogador no triângulo. 

        Biribinha - Nessa vertente o jogo deve ser praticado em areia, terra, ou ainda em chão batido, nele o jogador deve furar o chão com o dedão do pé e marcar um círculo de 8 cm de raio, aproximadamente, e vence o jogador que conseguir colocar mais e em menos tacadas as bolinhas(bolicas) de gude no buraco (búlico). 
        
        'Meia lua"' -Numa terra de chão batido,nele o jogador deve desenhar um meio cìrculo,e vence o jogador que retirar quaisquer bolinha numa ùnica tacada. 

Fabricação:
         As bolinhas de gude comuns são fabricadas com restos de vidro ou garrafas recicladas, despejando-se uma pequena quantidade de vidro derretido por uma canaleta inclinada (um tubo de metal cortado pelo comprimento). A gravidade faz a massa rolar pela canaleta, assumindo a forma esférica, até uma tina com água, que a resfria rapidamente e conserva sua forma.

domingo, 7 de abril de 2013

Peteca



          O jogo com petecas é de origem indígena, e desde antes do descobrimento do Brasil já era um jogo muito praticado pelos índios.
          O nome peteca é de origem Tupi (pe’teca – bater com a mão).
          Em todas as festas e rituais das tribos indígenas, a peteca estava presente.
          Aproximadamente em 1940, o jogo de peteca foi pela primeira vez competido em uma quadra, em Minas Gerais. E nos anos 70, já era disputado por pessoas de todas as idades, que já seguiam suas primeiras regras.
          Durante muito tempo era apenas uma brincadeira, mas a partir de 1985 foi oficializada com um esporte.




         O jogo de Peteca guarda certa semelhança com o voleibol e o Badminton, pelo fato de jogar-se, como estes, em um terreno dividido por uma rede. O elemento principal do jogo é a peteca, que se golpeia com a mão. A popularidade da peteca como jogo de tempo livre tem crescido constantemente em alguns países europeus, como a Alemanha, onde, para o esporte, existem três federações diferentes.

Como jogar:
          O jogo consiste em dois ou mais participantes, utilizando-se as mãos, onde a peteca é arremessada ao ar de um jogador para o outro, evitando que a mesma toque o solo numa área definida. É um esporte praticado em várias regiões do Brasil, e tem como origem o estado de Minas Gerais, proveniente dos índios que habitavam aquela região, que utilizavam tocos de madeira e palha amarrados a penas de aves, arremessando o artefato entre si como forma de diversão. 

Regras:
         Os jogos podem ser de simples ou duplas, nos moldes de uma partida de tênis. A  quadra apresenta dimensões de 15,0m x 7,5m para duplas e 15,0m x 4,0m para individual, dividido em duas metades, cada uma para o uso de uma das equipes rivais. A altura da rede é variável e depende da idade e do sexo dos participantes. Para jogos da categoria masculino, a rede deverá apresentar uma altura de 2,43m e 2,24m para o feminino e categoria até 12 anos. Detalhes como as dimensões dos quadrados da malha também são especificados: aproximadamente 4 cm por 4 cm. A peteca é posta em jogo através de um saque, no qual o jogador golpeia com a mão a peteca para que passe por cima da rede. A peteca deve ser jogada para a outra metade da quadra com um único toque, sem que tenha tocado o solo. Atualmente utiliza-se o sistema de vantagens para contagem de pontos. Cada partida é disputada em sets, que chegará ao fim quando uma das equipes alcançar 12 pontos ou após 20 minutos de jogo. O componente que ganhar dois sets primeiro, ganha a partida. Outro detalhe importante é que após o saque, o ponto deverá ser finalizado em 30 segundos, ou senão a vantagem será revertida. As regras completas são muito mais específicas e podem ser encontradas nos sítios das federações de peteca (algumas são listadas na última seção).



Pião




História
         O pião é uma das brincadeiras de crianças mais antigas, pois já existia desde o ano 4.000 a.C., período em que foram encontrados alguns exemplares feitos com argila, nas margens do rio Eufrates.
         Pinturas antigas trazem vestígios da existência do pião. Também alguns textos literários, onde é citado como brinquedo/jogo. O político e historiador romano Marco Porcio Catón citou o pião em seus textos. O escritor Virgílio (século I a.C.) também mencionou o pião.
         O Museu Britânico tem o pião mais antigo do mundo, encontrado em Tebas, cuja datação é do ano de 1250 a.C.
          O folclorista Luiz da Câmara Cascudo definiu o pião com estas palavras:
         “Pião, brinquedo de madeira piriforme, com ponta de ferro, por onde gira pelo impulso do cordão enrolado na outra extremidade puxado com violência e destreza”. (…)

Material e fabricação do pião
          Os piões eram feitos de madeira, em forma de pera e com uma ponta metálica na parte afunilada, desde os tempos mais remotos. Artesões os construíam usando madeiras duras (Crataegus monogyna] Citrus, azinheira ou buxo, dentre outras com a finalidade de serem resistentes para suportar os golpes que recebiam durante os jogos. Também têm sido encontrados exemplares de piões feitos de argila de civilizações antigas com a de Tróia.
         Além dos artesões, as próprias crianças fabricavam seus peões com madeira de Fagus sylvatica ou azinheira que talhavam toscamente, colocando neles por fim um pedaço de ferro como ponta. As crianças construíam alguns piões com frutas secas, que faziam ruídos ao girar devido às sementes que levavam dentro. As crianças guayaberas fazem piões pequenos feitos de noz de tucumã (Astrocaryum aculeatum).
          A fabricação do pião está massificada, atualmente. Usam-se diversos tipos de madeiras e também materiais sintéticos, como a fibra de carbono e outros polímeros, importados de países asiáticos como a China e Taiwan, além dos Estados Unidos nas Américas.

O pião e a música
         Uma famosa cantiga de roda foi feita inspirada no pião e a sua letra diz assim:

O pião entrou na roda, ó pião
O pião entrou na roda, ó pião
Roda pião, bambeia pião
Roda pião, bambeia pião
Sapateia no terreiro, ó pião!
Sapateia no terreiro, ó pião!
Roda pião, bambeia pião
Roda pião, bambeia pião
Mostra tua figura, ó pião
Mostra tua figura, ó pião
Roda pião, bambeia pião
Roda pião, bambeia pião
Faça uma cortesia, ó pião
Faça uma cortesia, ó pião.
Roda pião, bambeia pião
Roda pião, bambeia pião

sábado, 6 de abril de 2013

Quem somos!


Olá, sejam bem vindos!

    Este blog está sendo desenvolvido pelas acadêmicas Lisete Müller, Liciane Marlise Assmann Hermes, Marise Inês Siebeneichler e Marli Pumpmacher do curso de Pedagogia PARFOR-turma 1, da Universidade de Santa Cruz do Sul.
O objetivo principal deste blog é resgatar brincadeiras antigas, valorizando os movimentos e as atividades ao ar livre evitando a formação de crianças sedentárias e alienadas ao mundo tecnológico em ambientes restritos.